Salomão Larêdo

Salomão Larêdo

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

MILAGRE DA FLiPA – os escritores paraenses passaram a ser vistos. DE INVISÍVEIS A VISÍVEIS. O começo da história. Valorize o que é seu.

Salomão Larêdo, escritor e jornalista



“Vocês todos estão conseguindo nos ver bem aqui ? Que bom, porque isso é um milagre. Na maior parte do tempo, nós somos invisíveis”. Com esta linda e apropriada frase, o escritor paraense Edyr Augusto Camarão Proença abriu a Feira Literária do Pará – FliPA que objetiva dar foco ao escritor paraense e aos livros que produz. Queremos - os escritores, a Editora EMPÍREO e a Livraria da FOX – que pensaram e executaram a FLiPA - um mercado para a produção literária paraense. E começamos bem, pois a FLiPA é um sucesso. Muitos escritores, muitos leitores, muitos amigos lotaram a Livraria da FOX e puderam ver e conversar com os escritores, ver suas obras e adquirí-las. A FLiPA que seria de um só dia, a pedido do público, passou a ser de dois e está sendo mantida, vai completar uma semana, porque o público está indo atrás dos livros dos autores paraenses que estão na Livraria da Fox, como mostra a foto. Precisamos valorizar o que é nosso, afinal, existimos e a FLiPA tem muito mais. Concedeu ao escritor paraense ALFREDO OLIVEIRA, o PRÊMIO NOBRE DE LITERATURA e instituiu o PRÊMIO FOX DE LITERATURA a escritores paraenses inéditos. Quem quiser participar, basta ler o regulamento no seguinte endereço: www.flipara.com.br

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A FEIRA LITERÁRIA DO PARÁ – FLIPA - É UMA REALIDADE NA HISTÓRIA DO PARÁ. É A SUSTENTÁVEL LEVEZA DE SER NOSSA, DO PARÁ!!!

Salomão Larêdo, escritor e jornalista

A Feira Literária do Pará – FliPA é uma realidade na história do Pará, na vida da literatura brasileira que fazemos no Pará, competentemente e na memória sócio-cultural de nossa gente. 


Idealizada e feita por escritores paraenses, pela EDITORA EMPÍREO e pela FOX através da LIVRARIA DA FOX e de toda a sua diretoria e funcionários, alcançou pleno êxito no que, coletivamente, e pelo bem comum, todos sonharam e muito trabalharam construindo afetos, afeições e fazendo ação política, muitos que se empenharam. 


A FLiPA é uma realidade irreversível, bonita, alegre, feliz, dinâmica, uma sustentável leveza de ser FLiPA, pelo que contém de amor, paz, fraternidade, congraçamento e compromisso com a arte literária. 

Juracy Siqueira e Tenório Nascimento 

Começamos a FLiPA e muito vamos falar dela. Aqui, nas Fotos de Maria Lygia Nassar Larêdo, o flagrante de como a FLiPA se movimenta e se desenvolve, resgatando a valorizando o que é nosso, os escritores do Pará e suas obras. 


O escritor Victor de Moura Carvalho e Salomão Larêdo

Salomão Larêdo, Edgar Augusto Proença e Filipe Larêdo


GERAÇÕES NOVÍSSIMAS ASSEGURAM NOSSA ARTE LITERÁRIA!

A linda LEANDRA - na foto com o escritor Salomão Larêdo – representa a perfeita sintonia de que a FLiPA é uma bonita realidade que veio pra ficar e a presença de todos , de muitas crianças, pré-adolescentes, adolescentes, jovens, adultos, leitores e tantos, tanto amigos, a FLiPA é um bem enorme que agrega esforços, carinhos, afetos numa ação política do muito que temos que valorizar o que é nosso, nossas artes, nossa cultura, nossa gente!. Viva a FLiPA!!!! viva o Pará !!!!!



GARAPA LITERÁRIA

Marcos Valério, da TV Nazaré e professor de Literatura da Fibra,o escritor Salomão Larêdo e o médico Roberto Macedo, diretor da Clínica Maymone e genro do escritor Patrono da FLiPA Jaques Flores, em animada prosa no Café da Fox, por ocasião da Garapa Literária que aconteceu dentro da Feira Literária do Pará.

Marcos Valério, Salomão Larêdo  e Roberto Macedo

                                Foto de Luciana Brandão

                                Foto de Luciana Brandão

                            Foto de Luciana Brandão

PRÊMIO NOBRE DE LITERATURA

O troféu ao PRÊMIO NOBRE DE LITERATURA que o escritor paraense ALFREDO OLIVEIRA recebeu, feito por artesão paraense, com jupati e miriti, coisas nossas.Deborah Miranda, em palestra com o poeta João de Castro, presidente da União dos Escritores da Amazônia - UEAMA, junto com Salomão Larêdo - e na Garapa Literária, ocasião em que entregou certificado e troféu ao dr. Alfredo Oliveira. Fotos de Maria Lygia Nassar Larêdo


Filipe Larêdo, Alfredo Oliveira e Deborah Miranda

Deborah Miranda

Deborah Miranda, Salomão Larêdo e o poeta João de Castro


A direção da Fox focada na FLiPA - Feira Literária do Pará - e em animada prosa, Marcos Eluan e José Rodrigues e na outra foto, com o livreiro e editor Alvaro Jinkings

Marcos Eluan e José Rodrigues

Salomão Larêdo, Alvaro Jinkings e esposa


A bisneta do escritor paraense Jaques Flores, patrono da FLiPA - Feira Literária do Pará - , a beleza da representante da turma de funcionários da Livraria da Fox que abriga os autores paraenses e efetiva a FLiPA e a presença do compositor Marcos Quinan, da escritora Bela Pinto e da doutora em Letras, a professora Marinilce Coelho, todos, com o escritor Salomão Larêdo. 



Marcos Quinan, Bela Pinto, Salomão Larêdo e Marinilce Coelho

O Editor da Editora paulista, EMPÍREO, Filipe Nassar Larêdo, em conversas com os escritores Amauri Braga Dantas, Andrei Simões, autor do romance “Zon, o Rei do Nada”, editado pela EMPÍREO e Walcyr Monteiro, na Livraria da Fox, abrigo dos escritores paraenses e, junto com a EMPÍREO, promotora da FLiPA, durante a Feira Literária do Pará – FliPA

Amauri Braga Dantas e Filipe Larêdo

Filipe Larêdo e Andrei Simões

Filipe Larêdo e Walcyr Monteiro

Gerações de escritores paraenses de sucesso, em feliz congraçamento na Feira Literária do Pará - FLiPA - . O professor e poeta Paulo Nunes, o filósofo e romancista Edilson Pantoja(com o editor da EMPÍREO, Filipe Larêdo) a Roberta Spindler, o Carlos Mendonça e o Walcyr Monteiro, com Salomão Larêdo

poeta Paulo Nunes e Salomão Larêdo

Salomão Larêdo, Edilson Pantoja e Filipe Larêdo

 Roberta Spindler, o Carlos Mendonça e o Walcyr Monteiro, com Salomão Larêdo


FELIZES AGRADECIMENTOS!!!!!! A FLIPA está nos jardins da FOX, no coração de todo paraense e na história de nossa literatura. Viva a FLiPA!!!

Salomão Larêdo, escritor jornalista

A foto mostra as belezas delicadas e dedicadas de Camila Andrade e Maria Lygia Nassar Larêdo, empenhadas trabalhando nos bastidores, para que a Feira Literária do Pará – a FLiPA – alcançasse o topus da realização na valorização do que é nosso, do que é do Pará: nossa literatura, nossa cultura e nossa gente. Na outro foto, Maria Lygia Nassar Larêdo, Edyr Augusto Camarão Proença e Salomão Larêdo, agradecem aos familiares, parentes e amigos que ajudaram, aos colegas escritores que marcaram presença – ao Andrei Simões que, com sua Camila Andrade, detonaram na fã page – foram incansáveis e sobretudo agradecem ao querido editor da EMPÍREO, Filipe Nassar Larêdo, à querida e incansável Deborah Miranda, diretora da Livraria da Fox, ao Marcos Eluan, ao José Rodrigues e toda a equipe da Fox que tornaram possível o ideal, o sonho sonhado concretizado em todos os quadrantes com o foco da Fox no que vale, o amor com que se faz as coisas; agradecem à imprensa, à Cintia Ramos, Camila, Proença, ao Sirotheau, ao Gidalti Jr, ao Filipe Larêdo que se empenharam na criação linda dos conteúdos do site, dos marcadores de texto, do painel. Agradecemos a todos que cooperaram, colaboraram, ajudaram, participaram para que a FLiPA – a foto mostra ela pujante e triunfante nos jardins da Livraria da Fox - agora seja uma sustentável leveza de ser nossa pra sempre, na construção da história e continuidade da linda literatura brasileira que produzimos no Pará à visibilidade universal !!!!! Muito Obrigado.

Camila Andrade e Maria Lygia Nassar Larêdo

Maria Lygia Nassar Larêdo, Edyr Augusto Camarão Proença e Salomão Larêdo









sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A VINGANÇA DA AMADA NAS ARDÊNCIAS DA AMANTE





O caso aconteceu em Porto Alegre. O marido arranjou uma amante, linda, novíssima. A mulher soube e fez um suco de pimenta, colocou numa seringa e junto com a filha e as colegas foi à casa da ninfeta e lá fizeram o serviço e deu em caso de polícia. O escritor Salomão Larêdo, diante do fato, escreveu um micro-conto que virou este livro que faz enorme sucesso  também no meio da mulherada. A trama é muito gostosa e divertida e o autor faz Belém ser o cenário da narrativa. Tem curiosidade de saber o que aconteceu depois que elas injetaram o suco de pimenta nas partes da garota? Está no livro A Vingança da amada nas ardências da amante. Delícia de texto!

Livro em formato bolso com 40 páginas.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Para Filipe Larêdo, editor da Empíreo, é importante a iniciativa de promover uma feira como a FLipa, que busca aproximar todos os interessados, de modo a divulgar a literatura paraense para o país inteiro.

ENTREVISTA: FILIPE LARÊDO


Por Camila Andrade

Postado em 14 de outubro de 2014 no site http://flipara.com.br/2014/10/entrevista-filipe-laredo/


Formado em direito e produção editorial, Filipe Larêdo é criador e editor-chefe da Empíreo. Em entrevista, Filipe conta da trajetória da editora, livros publicados e seu envolvimento com a I Feira Literária do Pará.

Abrir uma editora literária no Brasil é nadar contra a maré?

Prefiro pensar que ter uma editora de livros no Brasil é uma história fantástica, cheia de aventuras e desafios, mas com um final feliz a cada etapa concluída. É isso que temos experimentado na Empíreo. Com apenas um ano de existência, temos o privilégio de possuir cinco livros em nosso catálogo, e mais um vindo até o fim de 2014. Isso é bastante coisa para uma editora nova, com um perfil mais caprichado nas publicações, que é o que buscamos fazer sempre. Olhando para a frente, muita coisa ainda pode acontecer e é inevitável perceber que muitas dificuldades surgirão, mas não acredito que estejamos nadando contra a maré. Penso que todos os envolvidos com literatura precisam encontrar a correnteza correta e investir nela, pois existem muitos leitores e autores por aí, loucos para ter acesso a bons livros.

O que diferencia uma editora independente de uma editora corporativa?

Acredito que a maior diferença entre elas seja a autonomia. Editoras independentes possuem uma flexibilidade ausente no formato engessado dos grandes selos, o que torna alguns projetos mais personalizados e dinâmicos. Além disso, as editoras independentes fogem das tiragens estratosféricas normalmente feitas por grandes editoras e preferem investir em pequenas tiragens, de 500 a 1000 exemplares, correndo menos riscos de entupir seus estoques com livros que não foram vendidos. No cenário brasileiro, em que centenas de livros são publicados todos os meses, arriscar em tiragens muito altas eleva o risco de encalhe, e as editoras independentes, cientes disso, procuram dar tiros certos em livros cujo público leitor já manifestou interesse em adquirir.

Qual a participação da editora Empíreo na FLiPA?

Inicialmente, participamos da construção das primeiras ideias, mas aos poucos verificamos a possibilidade de contribuirmos de maneira mais efetiva e substancial. Foi quando surgiu a oportunidade de promovermos a publicação de duas obras de autores paraenses, o que depois veio a se chamar Prêmio Nobre e Prêmio Fox. Dessa forma, poderemos reeditar um clássico da literatura paraense de 1983 como Belém, Belém, do autor Alfredo Oliveira, além de descobrir um novo talento que nunca tenha sido publicado antes. A iniciativa é 100% privada, numa parceria entre Fox e Editora Empíreo, e a intenção é que essas publicações sejam lançadas anualmente, sempre por ocasião da FLiPA.

A editora Empíreo já publicou uma obra de escritor paraense. Como você vê a aceitação da literatura paraense no mercado nacional?

A literatura paraense, assim como qualquer outra feita no restante do Brasil, possui atributos suficientes para torná-la acessível e sedutora. Claro que estou falando de bons livros, pois em todos os mercados é necessário que se faça essa diferenciação. Vamos ver alguns exemplos? O Edyr Proença foi recentemente publicado na França e na Inglaterra, países cuja tradição literária é indiscutível. E o Salomão Larêdo já recebeu inúmeros reconhecimentos por todo o Brasil, incluindo o Prêmio Monteiro Lobato da União Brasileira de Escritores, no Rio de Janeiro, que recebeu na Academia Brasileira de Letras e uma homenagem-participação feita pela Feira do Livro de Porto Alegre, uma das maiores do país.

O que vejo não é a falta de aceitação da literatura paraense no mercado nacional, mas sim a grande distância entre autores paraenses e leitores, até mesmo dentro de sua própria região, o que contribui para que haja um certo isolamento. Por isso é tão importante a iniciativa de promover uma feira como a FLipa, que busca aproximar todos os interessados, de modo a divulgar a literatura paraense para o país inteiro.

A internet é vilã ou mocinha no que diz respeito ao fomento à literatura?

Como todas as ferramentas criadas pelo homem, a internet pode executar um papel benéfico e maléfico para a sociedade, especialmente para a literatura. Ao mesmo tempo que permite a comercialização praticamente ilimitada de livros, ela espalha conteúdos sem que sejam respeitados os direitos do autor. Ao mesmo tempo que disponibiliza espaços de divulgação tão grandes quanto a criatividade de quem a manipula, também afoga o público com uma enxurrada de informações. Porém, de modo geral, os efeitos benéficos para a literatura são maiores, pois dá acesso a uma das mais restritas formas de arte criada pelos seres humanos. Assim, o autor paraense, por exemplo, encontra referências acadêmicas riquíssimas de uma biblioteca romena, o que sem a internet seria bastante difícil, e um leitor de Cabrobró pode ficar sabendo da FLiPA, mesmo sem poder estar presente. Estar a apenas alguns cliques do seu assunto preferido é excelente, e a internet é a melhor ferramenta para isso.



Filipe Larêdo é um amante dos livros e aprendeu a editá-los. Atualmente trabalha na Editora Empíreo, um caminho que decidiu seguir na busca de publicar livros apaixonantes. É formado em Direito e em Produção Editorial. 


Filipe Nassar Larêdo
Editor/Publisher
http://editoraempireo.com.br/
contato@editoraempireo.com.br