segunda-feira, 21 de novembro de 2016

VOU SAIR NA TUA CASA !

Garoto ainda, na Vila do Carmo-Cametá, ouvia muito a expressão bem nossa, bem caboca, bem cametaense e da fala paraense: – vou sair na tua casa ! - e, especialmente no tempo da festa do Carmo, recebíamos muita gente de toda parte das ilhas, centros e sitios em nossa casa, no centro das atividades, dos bailes com o jazz Internacional ou com os sonoros do Amadeu Maia ou do Churubica,excelente ponto de apreciação do movimento, por onde todos passavam , feita de madeira, com esteios e frechais fortes para o hóspede atar rede, morada construída por meu pai Milton Larêdo (foto) à beira do majestoso rio Tocantins, onde eu e meus irmãos, nascemos. O que me chamava a atenção, certamente, era o tom poético da frase: vou sair na tua casa!, como se a pessoa fosse se apresentar , debutar, estrear um filme, uma cantoria, um espetáculo, o que, na verdade, era isso que acontecia, o sair, no sentido de entrar, ficar por algum tempo naquela casa, espaço de acolhida entre os amigos, com aquela família que recepcionava com carinho, estima, cercando de atenções e afetos.


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

As mãos de Camilo nas mãos de Vera logo se desataram quando a cantiga parou e ele voltou para sua calçada

Vera segurou na mão de outro e a brincadeira continuou. Não era a mesma coisa. A sensação que sentia ao estar com as mãos nas mãos do amado, não são explicáveis. Boca de forno, forno, tirando bolo, bolo... Sapatinho branco... Senhora dona Sancha... ah, tempos de amores escondidos, tempos... Pág. 71,Vera, romance que tem como cenário a Doca dos anos cinquenta, envolvendo as brincadeiras de roda, em Belém, nas noites enluaradas. Lembra?


Vou enfrentar esta saudade.....

Vou enfrentar esta saudade. Foi o que disse minha avó Ana Teonila Gonzaga Larêdo, a vovó Ana, quando teve que decidir, na Vila do Carmo-Cametá, já viúva de José Larêdo, mãe de dez filhos, mandar o filho caçula, David, para estudar em Mocajuba. Corajosa, forte, firme, decidida, mulher de palavra e muita fé, nasceu no dia 15 de novembro de 1900. Faria 116 anos, nesta data. Nasceu na Ilha do Moiraba, afrodescendente, líder comunitária, presidente da festa do Carmo, zeladora da igreja, artesã da arte da costura e do barro, consultora e conselheira sensata, prudente e quando tio David, ainda criança perguntou o que iam comer no dia seguinte, ela respondeu: a graça de Deus. Pobre de bens matérias ela confia em Deus a quem confiou seu filho David, sacerdote que aparece na foto com ela no dia 30 de junho de 1968. Com o exemplo de vida dessas queridas, amorosas, corajosas, firmes, fortes e decididas mulheres na minha vida: Ana (avó), Lady (mãe) Zita, Raquel, Domingas, Peca (tias), Adalcinda e Ocirema (irmãs) e da minha amada Maria Lygia, construo, no amor, respeito, estima e afeto a todas as pessoas, a todas as gentes, e, especialmente às mulheres, a democracia na república do meu coração.(Texto e foto: Salomão Larêdo).


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O lançamento é neste sábado, dia 12, em Santos-SP. A autora é: Claudia Lemes. A editora é: Empíreo. Todos lá !


Salomão Larêdo e Edyr Proença na III Semana Acadêmica do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA

A Amazônia, direitos e violações na III Semana Acadêmica do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA - E no auditório – eu e o Edyr Augusto Proença (foto, abaixo) - falamos sobre nossos livros que retratam essa situação que é tema da semana ( 7 a 11 de novembro de 2016, em Belém do Pará, campus da UFPA) dos estudantes do curso de direito da UFPA. O convite era para uma sessão de autógrafos. Será que funciona? Fiquei surpreso com a organização. A Amanda, nos apresentou , muito bem. Pensei que a programação atrasaria, mas, tudo funcionou no horário, bem articulado pela equipe organizadora. Como é bonito constatar a inteligência de nossos jovens com a capacidade empreendedora posto à prova num evento que, sabemos, é difícil ser implementado por inúmeras dificuldades. Parabéns aos estudantes do curso de direito da UFPA e sobretudo aos que compõem a atual direção do Centro Acadêmico de Direito “Edson Luis” – CADEL - Centro Acadêmico de Direito "Edson Luís" e que estão na comissão organizadora , que nos levou – eu e o meu amigo e colega escritor Edyr Augusto – apostando no inusitado ( tarde de autógrafos com autores do Pará da prosa ficcional num evento jurídico, que aconteceu muito legal) ) que rendeu conhecimento, aprendizado e causou frenético entusiasmo em todos, gerando curiosidade e preocupação com a arte, cultura e a literatura da nossa gente da Amazônia que precisa e merece ser conhecida e valorizada. Certamente que todo êxito é fruto de renuncias e sacrifícios e por isso,aplausos e parabéns pela excelente prova da capacidade que o Amazônida tem em ser eficiente e criativo, apesar das adversidades. Parabéns,de modo especial à Amanda Larêdo,minha querida sobrinha, leitora e através dela, repasso a turma do CADEL, do qual é diretora, e a todos, a nota 10 e o conceito excelente, com louvor.


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Prefira as matintas. São suas, da nossa terra, nossa cultura.Sim, ao invés de halloween, prefira as Matintapereras.


Homenagem ao Claudio Pastro

Homenagem ao Claudio Pastro em forma de muito obrigado pela bela arquitetura sacrambientalamazônica que a comunidade da paróquia da Conceição, em Belém do Pará(Jurunas/CidadeVelha - av. Cesário Alvim), Amazônia, Brasil, construiu junto com o cônego David Gonzaga Larêdo, o tio David, Padre David, seus amigos, os engenheiros, arquitetos,mestres e operários e administradores da construção e tanta gente anônima que cooperou. Tio David sonhou deixar a Virgem da Conceição num belo templo, pediu projeto ao Claudio Pastro, artista e arquiteto sacro de fama e renome internacional que foi chamado há alguns dias ao Paraiso. Essa obra de arte contemporânea que está sob os cuidados da comunidade, as fotos fazem memento ao ato de entrega nas preces da Ave-Maria expressando nossa gratidão ao Cláudio Pastro, arquiteto dos espaços de contemplação do sagrado. 
( Texto e fotos: Salomão Larêdo)






Cametá recebe doação de livros do escritor Salomão Larêdo

Mantenho,(como missão e/ou apostolado) há muitos anos, a ação política e cultural de ajudar a formar leitor e espaços de leitura ofertando contributo à democratização do livro e da leitura em toda a parte, sobretudo, na região do Baixo-Tocantins com o objetivo de colaborar, como escritor e cidadão, a formar leitor consciente, que pensa, analisa e age, porque creio na justiça e na esperança de que, com investimento em educação e cultura que passa pela biblioteca, livro e leitura, daqui a 30 anos, teremos cidadãos mais conscientes que trabalhem pelo bem comum realizando sociedade menos desigual, mais justa, mais fraterna, mais afetuosa e mais feliz. Utopia? Pense nisso. Na foto, registro de doação de livros a uma escola de Cametá sob a direção da profa. Gilma Lisboa.



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Percorrem o mundo as noticias sobre a Feira Literária do Pará - FLiPA e nós, na FLiPA, com alguns dos livros já editados.

Veja abaixo, a lista de obras de Salomão Larêdo que disponibilizamos para o público nesta edição da nossa Feira Literária do Pará, que acontece na Livraria da Fox da dr. Moraes, em Belém do Pará, nesta sábado e domingo, dias 15 e 16 de outubro, das 9 às 21h. Venha participar ! Venha Flipar com os escritores do Pará. É a festa do livro, do leitor e da leitura!



Título
1.                            ANTÔNIA CUDEFACHO
2.                            AMOR ENGARRAFADO
3.                            CAMETÁ - VILA VIÇOSA DE SANTA CRUZ...
4.                            CAPITARIQUARA
5.                            CHAPÉU VIRADO
6.                            A CRENÇA NO AMOR LYGIA NASSAR
7.                            EMBAIXO DO CASCO
8.                            FOFOS DE CAMETÁ
9.                            GRANDES LÁBIOS DE BELÉM
10.                        HISTÓRIAS DE SÃO BENEDITO
11.                        ILHA DAS FLORES
12.                        INTOLERÂNCIAS DO BARATISMO
13.                        JIBOIA BRANCA VIA TAPANA/TENONE
14.                        LAMINA MEA
15.                        MARABAENSES
16.                        MARAILHAS
17.                        MATINTRESH
18.                        MOJU MOJU MEU AMOR
19.                        PALÁCIO DOS BARES
20.                        OS PAPAGAIOS DO PARURU
21.                        REMOS DE FAIA
22.                  SATIRO DE MELO-HISTORIA DE FAMÍLIA MUSICAL
23.                        TIMBUI, A LENDA DA ANTA
24.                        TIO DAVID, PADRE DAVID
25.                        TRAPICHE
26.                  VERA

MAX MARTINS, destaque necessário.É preciso valorizar o que é nosso.


No artigo - O conjunto do IAPI (fotos, abaixo) em São Brás - que escrevi e publicado no caderno atualidades do dia 6 de outubro de 2016 - jornal O Liberal - impresso, sublinho que nas ruas do conjunto onde quase todos a quem perguntei, à exceção de Carlos, dono de uma banca “sebo” , não lembram ou recordam de que passava e passeava quase anônimo, naquelas vias daquele conjunto, o poeta Max Martins, morador de uma das casas do conjunto, falecido há alguns anos e por quem fiz questão de saber e só o Carlos, repito, da banca “sebo", falou que recordava do escritor e lamentava a pouca leitura da sociedade que esquece seus autores e não preserva a memória.sugeri à Casa da Linguagem, da Fundação Cultural do Pará, onde Max Martins trabalhou, dirigindo, junto com Maria Lúcia Medeiros, na década de 1990, que se faça, ao menos em pvc, uns informes memoriais, contanto que haja, visível,na casa onde Max Martins morou, registro de que ali, viveu, leu e escreveu seus livros. É tão pouco! Precisamos valorizar o que é nosso. Na década de 1980, pedi a mesma coisa se fizesse na casa onde morou o romancista Dalcidio Jurandir, em Cachoeira do Arari, no Marajó.




Segue artigo completo publicado no jornal O Liberal:


O CONJUNTO DO IAPI EM SÃO BRÁS

Salomão Larêdo, escritor e jornalista

Inicio da década de 1960, garoto, vendia, na calçada, em frente ao Lar de Maria, café torrado e embalado em Belém, da marca Puro, na feira de são Brás, para ajudar meus pais. Tínhamos chegado da Vila do Carmo(Cametá) e as dificuldades eram inúmeras. Morávamos numa casa alugada, simples, humilde, coberta de palha de ubuçú, feita em cima do igapó na passagem Umaris, 258, no bairro da Cremação, onde, a noite, os muçuns e os carapanãs faziam a festa. Vinha e retornava a pé, toda manhã, cedo e via o terminal da EFB – Estrada de Ferro de Bragança, os trens, trilhos e o areal onde ficavam os ônibus da linha São Brás/Batista Campos,no chamado Largo de São Brás ( havia também o Largo de Nazaré, do Redondo e outros). Passei algumas vezes pelos blocos do IAPI, que foram erguidos em área onde possivelmente, quando Belém foi fundada, em 1616, viviam os Tupinambá, por ser terreno seco e alto ( por muitos chamado Alto do Bode) . Havia igarapés às proximidades.

A lembrança que tenho dessa área é restrita e faço este memento na esperança de que outros possam contribuir e por isso resolvi, recentemente, passar por lá e fotografei o que vi. O conjunto, em sua parte arquitetônica vem mudando a face e a estrutura física das casas que eram duas em cada terreno, uma em cima e outra embaixo, com quintal e para haver espaço entre grupo de quatro casas, há uma parede de cobongó que era a entrada das residências (habitação social) feitas, imagino, para moradia dos servidores das repartições de órgãos públicos federais, certamente vinculados ao IAPI- Instituto de Aposentadoria para os Industriários, imóvel recebido ou legado em doação ou amortização facilitada ou bonificada e que depois, legalmente transferida do governo federal a terceiros, vem sendo sucessivamente repassada, por via onerosa , a chamada transação imobiliária por venda registrada em cartório de imóveis. Talvez tenha sido o primeiro conjunto habitacional, de Belém,casas construídas em alvenaria e, naquele época, década de 1950, são Brás era periferia. Recordo que no bairro da Cremação, havia a Vila Operária, na rua São Miguel, depois demolida totalmente, que ficava perto do forno crematório. 

Na década de 1950/1960, cada categoria, se não me equivoco, tinha seu instituto próprio. Recordo também do IAPM – Instituto de Aposentadoria para os Marítimos, cujo hospital funcionava na av. Alcindo Cacela ( 22 de Junho) esquina com a av. Gov. José Malcher ( São Jerônimo),onde hoje tem uma espécie de posto de saúde do estado. Havia o Iprec – Instituto de previdência do clero; o IAPB, do bancários e assim outros e outros. Era outro Brasil, outra configuração sócio-geo-politica-religiosa, cultural e estrutural do final dos pós-guerra e antes da ditadura militar, antes do chamado êxodo rural numa gostosa Belém de outrora, com tabernas ou mercearias, quase todas da portuguesada,nas esquinas, denominadas poeticamente de “Princesa do Encanto” e similares nos lares paraenses da Western, ao Guara-Suco; da TV Marajoara Canal 2, aos lotações.

Tomara haja no CREA- Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Urbanismo ou no Instituto ou Curso de Engenharia da UFPA ou em outros cursos ou setores afins, dissertações de mestrado ou teses de doutorado sobre os assuntos aqui abordados de modo superficial, emocional e afetivamente, para que a memória seja preservada, posta, recomposta e se tenha como pesquisar e saber de quem era a área – certamente doação municipal à expansão da Belém – quem elaborou a planta arquitetônica, o serviço de engenharia, quem construiu etc. Precisamos registrar e preservar a nossa memória, é urgente ouvir os moradores, obter fotos, salvar o que for possível. 

Claro que o conjunto do IAPI faz parte da estrutura urbana moderna e contemporânea de Belém - veja a foto da Escola Municipal Benvinda de França Messias, construída como expressão de arquitetura moderna à aplicação e aos fins da educação e do ensino - e aqui é tomado como um exemplo da transformação e adaptação natural das coisas( um imóvel, a casa própria, direito que, infelizmente ainda poucos têm ) , mas, que serve de modelo à preservação da memória, neste caso, imobiliária e de como podemos derruir, interferir sem considerar aspectos ou deixar sinais, vestígios que podem, nesses palimpsestos de civilização, no futuro, contar, mostrar, explicar comportamentos da vida societária de determinada comunidade em período ou época que se queira examinar, comparar, analisar sob qualquer ângulo.

Certamente que devemos compreender a mutação da vivência/convivência do homem amazônico que passando pela floresta, igapó, ilhas, campos, chega à cidade atropelado pelo processo de aderência subjetiva na urbanização/conurbação/metrópole/megalópole/mobilidade e o insulamento que o conforto – a construção em tijolo, com água encanada, fossa biológica, energia elétrica etc - propicia acabando com a camaradagem e a socialização ou partilha dos bens com outros sujeitos culturais, conforto esse decorrente da economia de mercado que impõe conflito ,contrato e trato egoísta que o medo do outro, sério concorrente, afasta a convivência real e escancara o virtual na disputa ferrenha por espaço, emprego e sobrevivência, tendo no exemplo do mito da matintaperera, a escolha : tabaco ou coca-cola, pois até o açaí, que era comida de pobre, virou produto industrializado, pasteurizado, de exportação e por isso, caro, inacessível aos de baixa ou nenhuma renda. 

Conversei com algumas moradoras, senhoras de idade que mostraram o que é evidente, ou seja, como as casas, de mais de três quartos e outros compartimentos, na parte de baixo, estavam modificadas, desfiguradas, descaracterizadas. Mas, são, pela localização, hoje, altamente valorizadas e cobiçadas. Mencionaram a insegurança e por isso, as grades proliferam. Não há, com a violência exacerbada e descontrolada, condição de manter a prosa na porta das casas, como antigamente, pois grande parte não é mais residência e serve a múltiplas atividades de negócios, a vizinhança não se conhece mais, há pontos de ônibus, taxi, barulho de buzinas de toda espécie, poluição de todo tipo e total e felizmente, naquele entorno, há uma três ou quatro bancas de livro usado, que chamo de “ sebo”, uma área denominada de Praça da Leitura e um espaço que é um ex-museu, que o pessoal chama de “Chapéu do Barata”, onde moradores de rua se concentram. Há muitos pedintes. 

E, há malandros à espreita, observando o movimento nas ruas do conjunto onde quase todos a quem perguntamos, à exceção de Carlos, dono de uma banca “sebo” , não lembram ou recordam de que passava e passeava quase anônimo, naquelas vias daquele conjunto, o poeta Max Martins, morador de uma das casas do conjunto, falecido há alguns anos e por quem fiz questão de saber e só o Carlos, repito, da banca “ sebo, falou que recordava do escritor e lamentava a pouca leitura da sociedade que esquece seus autores e não preserva a memória. As fotos, todas, que ilustram esta matéria originariamente publicada via internet no facebook e no blog( slaredo.blogspot.com), foram feitas por mim, no celular.

P. S. - Sugiro à Casa da Linguagem, da Fundação Cultural do Pará, onde Max Martins trabalhou, dirigindo, junto com Maria Lúcia Medeiros, na década de 1990, que se faça, ao menos em pvc, uns informes memoriais, contanto que haja, visível,na casa onde Max Martins morou, registro de que ali, viveu, leu e escreveu seus livros. É tão pouco! Precisamos valorizar o que é nosso. Na década de 1980, pedi a mesma coisa se fizesse na casa onde morou o romancista Dalcidio Jurandir, em Cachoeira do Arari, no Marajó.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Muitos dos meus livros estarão na FLiPA - Feira Literária do Pará, que acontece na Livraria da Fox, em Belém do Pará, dias 15 e 16 - sábado e domingo. Divulgarei, aqui ,a lista. Aguardem.


Vamos Flipar. Valorize o que é seu, o que é nosso! FLiPA

Agora é FliPA - Feira Literária do Pará, a festa do livro e do escritor do Pará, do leitor, de quem gosta de ler, de quem gosta de livro, de quem é editor, de livrreiro, de quem gosta de cultura, de arte, de movimento, de gente, feira de todos. Todos à FLiPA. 

Fox dr. Moraes, em Batista Campos, Belém do Pará.Realização: Grupo de Escritores do Pará - PAGÉS, Editora EMPÍREO e Livraria da FOX.





Cirio de Nazaré, transmissão do Cirio 2016 pela Rede Liberal de Rádio

.Heloisa Hunn, Cleiton César, e eu, no registro de Tanise Costa, na belíssima transmissão do Cirio de Nazaré pelo Sistema Liberal de Rádio para o Pará, a Amazônia e o mundo que viu e ouviu o espetáculo da fé que é o Cirio de Nazaré em Belém do Pará, a maior romaria religiosa do mundo com mais de 5 milhões de pessoas nas ruas da metrópole da Amazônia.








quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A FLiPA vem aí!!!

A Feira Literária do Pará, é a festa do escritor do Pará e de seus livros em destaques num imenso espaço focado pelos leitores, admiradores, fãs dos autores e na atenção dos que gostam de livros e que acontece nos dias 15 e 16 de outubro, sábado e domingo na Livraria da Fox, em Belém do Pará, metrópole da Amazônia e é uma promoção dos PAGÉS - Grupo de Escritores do Pará, da Editora EMPÍREO e da Livraria da FOX. Vamos Flipar ! Participe!




quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Oportunidade de falar com o escritor do Pará e adquirir suas obras

Veja , nas fotos abaixo- , e leia, alguns livros editados e publicados pelo escritor e jornalista Salomão Larêdo - tu terás na FLiPA - Feira Literária do Pará - , dias 15 e 16 de outubro, na Livraria do Fox, em Belém do Pará. Vem correndo, passas o Cirio e depois passas na Fox. É uma boa! Vem ! Valoriza o que é teu, o que é nosso!!!





Claudia Sobreira Lemes, famosa escritora brasileira, autora do best-seller "Eu Vejo Kate", um enorme sucesso, edição da EMPÍREO, na foto com o escritor Salomão Larêdo, autor do romance "Olho de Boto", sucesso enorme, edição da EMPÍREO, os dois escritores, do cast de autores da Editora EMPÍREO, em recente encontro literário em São Paulo.


QUEM LÊ, PENSA!

É muito urgente formar leitor com senso crítico se quisermos vislumbrar mudanças à sociedade menos desigual, com mais justiça social, vida mais fraterna e ser humano mais humano e mais feliz. Faça a sua parte; faça a diferença, faça diferente. Quem lê, pensa. 
 Salomão Larêdo


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

É a nossa Feira, é a FLiPA - Feira Literária do Pará -, um show!!!!Dias 15 e 16 de outubro de 2016 ,na Livraria da Fox,em Belém do Pará.



FliPA 2016:
Patrono ÁPIO CAMPOS
Prêmio Nobre CARLOS ROCQUE
Prêmio Fox-Empíreo INGO MÜLLER


Realização: PAGÉS (Grupo de Escritores do Pará), Editora Empíreo e Livraria da Fox.

SOBRE A FliPA:
A Feira Literária do Pará – FliPA – é promovida desde 2014 por um grupo de escritores do Pará – Pagés, pela editora Empíreo e Livraria da Fox, objetivando visibilidade do autor local e na produção literária dos nossos escritores e acontece todo ano no terceiro final de semana do mês de outubro. A FliPA instituiu, os Prêmios Nobre e Fox/Empíreo de Literatura, respectivamente, para quem já está na estrada e para quem está iniciando, instituindo também os patronos da feira, homenageando efetivamente os nossos escritores porque a FliPA – Feira Literária do Pará - tem por missão principal divulgar o autor paraense e suas obras, apresentando e recebendo autores de cada lugar do Pará, popularizando o escritor-produtor, estimulando assim a criação de mercado do livro do autor local. Ser uma Feira que divulgue a Literatura Paraense e que ajude a formar leitores e os aproxime dos autores paraenses, pois temos que valorizar o que é nosso.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

No sábado vou tomar "Um Martini com o diabo" na presença da talentosa escritora Claudia Sobreira Lemes

Por Editora Empíreo

Sábado, no estande da @editora.empireo na @Bienaldolivro, conheça o prólogo de Um Martini com o Diabo romance noir de @claudialemesautora, autora de Eu vejo Kate - o despertar de um serial

A leitura do prólogo será feita pelo escritor Salomão Larêdo.



Sinopse:
Em busca de vingança contra o pai biológico, o jovem Charlie Walsh se infiltra na família mafiosa Conicci, controladora do tráfico de drogas e prostituição em Las Vegas. Iniciando uma carreira violenta no crime organizado, a lealdade de Charlie aos seus princípios é posta em cheque quando ele se vê seduzido pelas amizades, poder e dinheiro que a Cosa Nostra oferece. Sua jornada se complica ainda mais quando apaixona-se pela enigmática esposa do chefão.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

ATENÇÃO NOVOS ESCRITORES, HOJE o evento é pra vocês!

Por Editora Empíreo

Quer saber o que vem depois do ponto final do seu livro? Como fazer para publicá-lo? A Casa do Livro te conta esse processo todo!
Nossos parceiros da Project Nine Editorial, Mônica Vieira Luzenzelu e Francisco Martins falarão sobre como se apresentar para uma editora e como a produção gráfica ajuda a construir a personalidade de um livro, além de ressaltar a importância da revisão no original!
Também teremos Viviane Sedola da Kickante contando pra gente como o financiamento coletivo pode ajudar vocês a publicarem seus livros.
Além da presença do nosso editor Filipe Larêdo contando sobre como funciona uma editora e os seus processos!
Incrível né? Se você quer saber mais sobre escrita, criação, produção de livros e tudo o que envolve esse universo, passa lá no nosso stand amanhã às 18h. Estaremos te esperando!



"Quem é essa tagarela?"

Por Editora Empíreo

Cris Bicudo nasceu surda. Se isso é um tema sério hoje em dia, era ainda mais na década de 70 com menos pesquisas e tecnologia.
A mãe, Elizabeth, foi a primeira a desconfiar, pois contraiu rubéola na gravidez.
O primeiro médico que atendeu Cris - quando ela tinha apenas um ano e meio de vida - disse à mãe : " a senhora deveria ter abortado."
Naquele dia Elizabeth sabia que teria uma batalha pela frente.
Hoje, Cris fala e é ela essa tagarela.
Essa história de luta e vitória é no emocionante livro "Quem é essa tagarela?" da Editora Primavera



Contemplando o interior e o detalhe da Igreja de Sant'Anna da Campina - centro da cidade de Belém do Pará na tarde do luar de Agosto em despedida.

(Texto e fotos: Salomão Larêdo)



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

FLiPA - FEIRA LITERÁRIA DO PARÀ

A FLiPA - FEIRA LITERÁRIA DO PARÀ é uma beleza e essa turma - Grupo de Escritores do Pará - PAGÉS; a Editora EMPÍREO e a Livraria da FOX - trabalha intensamente o ano inteiro para fazer sempre a melhor FLiPA - Feira Literária do Pará, a nossa Feira onde o foco principal é sempre o escritor do Pará e suas obras. Valorize o que é seu, o que é nosso! Participe da FLiPA- 2016, dias 15 e 16 de outubro, sábado e domingo, na Livraria da Fox, trav. dr, Moraes, Batista Campos, Belém do Pará.
(Texto: Salomão Larêdo, fotos: Vânia Eluã.)









O QUE OS HOMENS FAZEM NO BAR...

É o que conta em crônicas o colega escritor Jaime Freire Campos, que escreveu este livro - veja a foto, abaixo - de titulo que atiça a curiosidade lançado em Castanhal, textos cronicados com competência e autografado à leitura em obra prefaciada pelo bibliófilo Tenório Nascimento - que tem biblioteca com quase 30 mil títulos do melhor da literatura universal , brasileira e paraense e cinema, teatro, música num espaço que é quase um centro cultural da família Nascimento - que é quem faz a entrega ao escritor Salomão Larêdo, do livro de Jaime Campos,que além de escritor é agrônomo, na Livraria da Fox, em Belém. Tenório Nascimento aparece na foto com sua mulher Aparecida Nascimento; Salomão Larêdo e sua mulher Maria Lygia Nassar Larêdo.