Salomão Larêdo

Salomão Larêdo

sexta-feira, 27 de março de 2015

TU ENGARRAFAS O TEU AMOR, leitora e leitor deste espaço ? Tu és capaz de engarrafar o teu amor?

AMOR ENGARRAFADO: Enorme desconfiança, extremo ciúme fez o marido vingar-se do que imaginara e numa bem bolada situação de sedução e atração, picota as partes íntimas da amada, coloca numa garrafa e solta no meio do rio, pra ninguém desconfiar e nem descobrir o pavoroso caso. Mas...


Formato: 10x19 cm
Páginas: 15
ISBN: 85-85595-25-6
Ano: 2002
Gênero: Situação
Capa: Eliene Tenório
Coleção: Aninga
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quinta-feira, 19 de março de 2015

MARIO “CUIA” COELHO ETERNO REI MOMO DE BELÉM E DO PARÁ HÁ QUARENTA ANOS FAZ FESTA NO CÉU!!!!!

Salomão Larêdo, escritor e jornalista 

Waldemar Chaves Coelho, meu amigo, lembra – me o dia 19 de março, dia de são José, data em que o pai dele, o grande Mário “Cuia” Coelho”, foi chamado, há 40 anos (1975) por Deus-Pai para ir habitar no Paraíso e continuar, em outro plano, a ser alegria e a contribuir com a alegria que é a vida no Céu, no Parais, até porque Deus é alegria, é letícia, é amor e bondade valores que faziam parte da vida e da alma do famoso Mário Cuia, rei momo de Belém, cujo reinado foi marcado mesmo pela alegria natural no Cuia, conhecido em toda Belém e no Pará, por ser o REI MOMO e por seu jeito brincalhão e por aquilo que ele escondia, ou seja, fazer filantropia, ajudar os mais necessitados e como Mario “Cuia” Coelho gostava da vida e de viver e de ser humano, era feliz o tempo todo em que executava essas tarefas, quer andando na Rural Willis ou na famosa lambreta. 


Mario Cuia precisa e merece de todos os paraenses, uma grande homenagem, quem sabe, nos 400 ano de Belém, ele finalmente receba o reconhecimento por toda a sua vida em prol da alegria que deve ser apanágio de todo ser humano. 


Viva Mário Cuia Coelho que tem um pequeno registro em nosso livro “Palácio dos Bares”, graças ao trabalho memorial de seu filho Waldemar Chaves Coelho que nos cedeu as fotos que enriquecem o texto memorial que fizemos com as suas lembranças sobre as atividades de seu pai, Mário Coelho na condição de “Rei Momo “de Belém.



O livro "Palácio dos Bares, tem à venda na Livraria da Fox, trav. dr, Moraes, em Batista Campos - Belém- Pará. Telef: 4008-0007

segunda-feira, 16 de março de 2015

CÔNEGO BENEDITO CHAVES MENDES SEARA, JURUNENSE COM FAMA DE SANTIDADE

Salomão Larêdo, escritor e jornalista 

Ao saber da morte, no dia 16 de março de 1988, a nação jurunense toda foi prestar homenagem ao seu filho padre, o cônego Benedito Chaves Mendes Seara, que nasceu em Belém, no dia 03 de agosto de 1939, cresceu, viveu, trabalhou e morreu no Jurunas. 


Negro, Benedito teve dificuldades para entrar e permanecer no seminário. Foi colega de David Larêdo que também quase não é aceito no seminário metropolitano de Belém. Os dois foram estudar Filosofia e Teologia no seminário regional do Nordeste, em Recife e da turma de quase trinta seminarista de Belém, foram os únicos que se tornaram sacerdotes (Enquanto Padre David Larêdo foi ordenado sacerdote em l968, o Padre Benedito, decidiu que sua ordenação sacerdotal seria no dia 22 de janeiro de 1977, na Igreja da Conceição, onde seu colega David era pároco, em Belém, por dom Marcelo Pinto Carvalheira, bispo de João Pessoa, Paraíba) -, cônegos e párocos, em Belém. 



Benedito Chaves era formado em história e mestre de cerimônias da arquidiocese, pároco de Santa Terezinha, construiu a atual igreja onde foi sepultado e seu túmulo é muito visitado, pois, por sua bondade, corre fama de sua santidade. 



sexta-feira, 13 de março de 2015

Maria Lygia, a Maia, a minha fada amada do meu coração, delicadeza em pessoa, singela, meiga, amiga, elegante e muita discreta, faz aniversário natalício no dia 15 de março, domingo próximo, mas ela comemora desde hoje com agradecimentos a Deus-Pai pelo dom da vida e de todas as graças recebidas, com a participação na santa missa na igreja dos Capuchinhos, compartilhando as alegrias e comungando a vida com as pessoas presentes na liturgia da celebração eucarística como mostram as fotos na ocasião em que recebia os parabéns do celebrante e de toda a assembleia assistente.