Salomão Larêdo

Salomão Larêdo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

EMBAIXO DO CASCO

"Embaixo do Casco", livro escrito por Salomão Larêdo, faz parte da coleção Aninga, trilogia composta por mais outros dois livros, "Amor Engarrafado" e "Moju-Moju meu amor".


Trecho do livro:

"De um buraco feito com um prego enferrujado que havia largado a tábua do banco da canoa, Vaja viu Lavínia entrar na voadeira, dando adeus ao pessoal, na ponte, que imediatamente desatracou, ela olhava pra frente, os óculos escuros no rosto e os cabelos louros, lisos e curtos, sumiram na visão de Vaja que se viu possuído de um desejo intenso, ao que parece, ansiado pela prima, apenas dois anos mais velha que ele e sem nenhuma palavra, desceu o vestido e mostrou seu corpo  virgem ao primo que já ......"


Embaixo do Casco está à venda na Livraria da Fox, Trav. Dr. Moraes,584 entre Conselheiro e Mundurucus, Batista Campos.

O ANIVERSÁRIO DO ABRÃO LARÊDO, neste 21 de JANEIRO, meu irmão caçula, Abrão, o que gosta de construir, da engenharia das casas , engenharia das amizades que constrói com facilidades, tecendo afetos e produzindo estimas e a quem sempre desejo o melhor da vida com muita vida, saúde e muitas felicidades junto da família que construiu. Parabéns meu amado irmão Abrão Larêdo com muitas alegrias!!!


DEMOCRACIA PAGA POR GRUPO DE EMPREITEIRAS

É o que diz o filósofo brasileiro Vladimir Safatle (vide foto) que se dedica a pensar a esquerda no Brasil e no mundo, em entrevista a Mariana Campos, publicada na revista de História da BN deste janeiro de 2015 e que pode ser lida na íntegra no site: rhbn.com.br. Publicamos, abaixo, ao leitor deste espaço, para análise e meditação, uma pergunta da matéria citada com a respectiva resposta. Leia!! ( Salomão Larêdo, escritor e jornalista)


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

QUE LÍNGUA TU FALAS E QUAL A QUE UMA EMISSORA NACIONAL QUER IMPOR COMO SE TIVÉSSEMOS, NO BRASIL, UMA ÚNICA LÍNGUA OU FALA QUANDO TEMOS, INÚMERAS, FORA AS QUE O COLONIZADOR ACABOU,COMO O NOSSO NHEENGATU QUE FOI PROIBIDO USAR NA AMAZÔNIA QUANDO ÉRAMOS O PAÍS DO GRÃO-PARÁ ? Qual tua opinião, leitor?

Salomão Larêdo, escritor e jornalista

Num Brasil, país multilíngue, enorme diversidade e variabilidade linguística e cultural, com imensa dimensão de falantes de diversas línguas, linguagens e dialetos que falamos no Brasil e isso, além de bonito, democrático, nos enriquece e nos diferencia – eu falo a língua brasileira na sua versão paraense e uso a linguagem amazônica e o dialeto cametauara-, uma emissora de comunicação – rádio, televisão, etc - que quer ser uma rede e atingir todo o país, deveria ter, para procurar ser justa, democrática e atender todos os falares e modos, no seu corpo de apresentadores, noticiaristas, comentadores, analistas e âncoras de telejornais e programas de todo gênero, desde entrevistas, esportes, documentários, artistas de novelas e novelistas , gente de todo o Brasil para que essa fala não fique pensa ou tendendo apenas para um jeito ou um sotaque de apenas um lugar ou uma região e o Brasil todo usando, copiando e ditando as regras e um modismo hipócrita dando a entender que só temos uma língua e um modo de falar, de expressão e isso ajuda a criar preconceito, complexo de inferioridade, discriminação, alvo de chacota, escárnio etc. E se já quase não temos programas locais, regionais – o que é muito grave e acaba sabrecando os valores locais - que os nacionais - através desse grupo enorme e variados de gente que trabalha nessa emissora ou grupo ou rede - expressem essa polifonia, será mais democrático o trabalho expressando a verdade da diversidade linguística. Qual a tua opinião, caro amigo leitor deste espaço? (Texto: Salomão Larêdo)