domingo, 6 de janeiro de 2013

AS HISTÓRIAS QUE EU PEGO PRA MINHA MÃE LER PRA MIM

Manhã de sábado e Juliana está na livraria pra escolher os livros que vai pedir pra mãe comprar e ler pra ela. Aproveitamos a folga de um dos repórteres de nossa equipe deste blog e conseguimos uma micro-entrevista com a simpática Juliana, desinibida, vivíssima, perspicaz, alegre e de fácil interação, que respondeu de forma alegre, educada, simples, bem natural e autônoma, com a arguta inteligência que tem, as respostas de nosso entrevistador que pode agora ser saboreada pelo leitor deste espaço.



1- Como é teu nome?
- Juliana Portilho Bentes Guedes de Oliveira.

2- E o nome da tua mãe?
- Luciana

3- E do teu pai?
- André.

4- Qual é a tua idade?
- Tenho 5 anos

5- Estuda?
- Estudo.

6- Onde?
- Agora, este ano, vou pro Santa Catarina.

7- O que vais fazer lá?
- Ora, estudar, vou pro Jardim II.

8- Tu estás numa livraria, logo, gostas de ler?
- Gosto dos livros. Gosto de ler, mas, ainda não sei ler!

9- E quem, lê pra ti?
- Minha mãe!

10- E o que ela lê pra ti?
- As histórias que eu pego.

11- E do que tu gostas mais?

- Da turma da Mônica!

12- Quando crescer, o que tu queres ser? 

- Doutora.

13- Doutora de quê?

- Doutora de tudo. Menos de animal.

14- Não gostas de animal?
- Gosto. Quero ter um cachorro...

15- E por que não tens?

- Porque tem que fazer a grade pra ele, a cama...



Juliana, mais interessada nos livros, não deu trela pro registro fotográfico que eu tentava fazer dela circulando com familiaridade pelo espaço da Livraria Paulinas, em Belém, para demonstrar aqui neste blog, mais uma vez, como é importante os pais levarem seus filhos nos locais de cultura, como por exemplo, a livraria, o teatro, cinema, museu, pois isso ajuda na formação da criança leitora, que gosta de ouvir histórias, de conviver com as pessoas, com os livros, que se interessa por cultura, que fortificará o espírito criativo, analítico, pensante, pois quem lê pensa e ajuda a transformar a sociedade, a sua comunidade, pra melhor, porque é uma pessoa mais humana e mais feliz, que se preocupa com o bem comum, com o outro e com uma mundo de paz, com mais justiça social, melhor distribuição de renda, mais ética e por isso, é um mundo melhor pra todos viverem e conviverem em harmonia.


Neste blog, gostamos de mostrar os pais, avós, tios, amigos e demais familiares preocupados em formar os filhos, os netos, os sobrinhos, leitores, procurando, com o exemplo deles, repassar valores que contribuam para uma convivência de carinho, afeto e amor.


Ao me despedir de Juliana, pedi a ela um beijo, desde que o namorado não achasse ruim. Ela então disse que não tinha namorado e eu logo informei a ele que eu tinha uma namorada e Juliana,então me disse: mas você já é grande!


Agradeci à Luciana ter permitido a entrevista, a foto e a conversa com a bonequinha Juliana que o leitor do blog acaba de conhecer. Tchau!!

3 comentários:

Cintia Costa disse...

Amei a entrevista com a Juliana, minha priminha. Fico mais feliz ainda ao vê-la tão interessada pelos livros! :-)
Espero que mais pais façam o mesmo e leiam para seus filhos.

Nayra Bastos disse...

Que fofa, gostei.
Sei que no caso ela está em uma livraria, mas meus pais também me levaram em muitas Feiras do Livro durante minha infância, procurando comprar alguns exemplares para eu levar para casa. Meu pai me deu uma vez uma coleção que não sei o nome, eram uns livros bem fininhos, tipo apostila, sobre as lendas amazônicas. Cada livrinho tinha duas lendas, desde as mais famosas como a da Vitória-Régia até a do pássaro Urutau e o Uirapuru.Me lembro de várias até hoje.

Anônimo disse...

Oi! Eu sou a Juliana da entrevista. Hoje estou lendo a minha entrevista novamente e estou muito feliz de relembrar esta conversa com o Salomão na livraria das Paulinas.